
Depois de há umas semanas terem anunciado que procuravam uma pessoa para trabalhar sem remuneração durante seis meses, esta empresa volta a repetir a sua estratégia de contratação. Desta vez, pretendem um tradutor poliglota (com nível avançado em Inglês, Francês e Alemão!) que esteja disposto a trabalhar meio ano de borla. “A remuneração desse período será convertida em participação social na empresa, seguindo-se celebração de contrato de trabalho”, dizem os responsáveis do portal 8xBIZ (propriedade da Ad Infinitum Business, S.A).
Estágios não remunerados de seis meses são ilegais.
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Com um portefólio cheio de ilustres clientes e auto-intitulada “líder na áreas de catering e organização de eventos”, esta empresa afirma empregar 70 pessoas e ter uma lista de 700 colaboradores. Esperamos que todos eles recebam um salário, algo a que o escolhido para o cargo agora em oferta não terá direito. Os interessados em trabalhar meio ano de borla devem terformação superior.
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CONTACTUS S.A.
Esta empresa de Consultadoria em Sistemas de Informação procura uma pessoa com experiência em funções de secretariado e conhecimentos de gestão e/ou contabilidade para trabalhar durante meio ano. O trabalho não inclui salário.
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Dedicada às ciências psicológicas, esta “escola” afirma no seu site que que procura “dar respostas às exigências do mercado de trabalho na área de Saúde Mental”. De momento, procuram um licenciado da área de Comunicação, Marketing, Relações Públicas e Publicidade que queira fazer um estágio curricular/extra-curricular durante um período entre seis a oito meses, sem salário. No final, a pessoa poderá ter a possibilidade de ser integrada noutro estágio, sendo esse profissional. Será que o anúncio faz parte de alguma das investigações do instituto?
Estágios não remunerados de seis ou mais meses são ilegais.
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Esta empresa lisboeta usa o lema “construímos ideias”. Fazendo jus às palavras, tiveram a brilhante ideia de procurar uma pessoa para trabalhar de borla durante meio ano, com a possibilidade de no final ser integrada num estágio profissional. Dizem ainda que pretendem gente com “ética e integridade”.
Estágios não remunerados de seis meses são ilegais.
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Propor estágios ilegais a pessoas com formação superior é realmente uma arte muito comum em Portugal. Esta agência de comunicação e publicidade anunciou-o publicamente: procuram um licenciado ou um mestre para trabalhar sem receber salário até seis meses. Isto, apesar de afirmarem ter clientes tão ilustres como a Fnac, o Banif ou o Ibis.
Estágios não remunerados de seis meses são ilegais.
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De Norte a Sul de Portugal, provavelmente não há classe profissional mais insultada do que os designers. A reforçar esta ideia surge a oferta da Betweien, empresa que diz ter “paixão pela Educação, Empreendedorismo e Inovação”. Pretendem um licenciado a trabalhar de borla durante meio ano e, assim, contrariam o seu lema. Pois o seu anúncio, pouco inovador, mostra falta de educação e quem empreende assim não pode ter grande futuro.
Estágios não remunerados de seis meses são ilegais.
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PENSÃO RESIDENCIAL NORTE
Esta pensão lisboeta, localizada perto do Rossio, procura um recepcionista para trabalhar meio ano de graça. Além da formação em Turismo, os candidatos devem ser fluentes em Inglês, Francês e/ou Espanhol.
Estágios não remunerados de seis meses são ilegais.
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Esta empresa procura um produtor de conteúdos Web com formação superior e três anos de experiência na área para trabalhar durante meio ano sem salário. Em troca do trabalho desenvolvido – ao qual chamam “valor intelectual” – oferecem quotas percentuais na empresa.
Estágios não remunerados de seis meses são ilegais.
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Depois de ilibados de um caso de corrupção desportiva, o Boavista espera voltar à 1.ª Liga de Futebol e quer mudar a sua imagem. Num gesto integro e de valor moral superior, procura agora um designer gráfico, com computador próprio, para trabalhar de borla durante seis meses ou um ano.
Estágios não remunerados de seis ou doze meses são ilegais.
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